segunda-feira, 17 de junho de 2013

plano de aula : teorema de Tales

Estamos disponibilizando um plano de aula para o teorema de Tales, focando leitura/escrita, o uso de narrativas e de ferramentas tecnológicas. Ele é o resultado de discussões em nosso grupo, visando criar um material colaborativo. Ele reflete o ponto de vista comum aos membros do grupo. Esperamos que apreciem o nosso trabalho.



PLANO DE AULA

Título – Teorema de Tales


Objetivo - Que o aluno analise e resolva situações-problema envolvendo o Teorema de Tales


Justificativa – Que o aluno seja capaz de analisar e generalizar a determinação de medidas utilizando a proporcionalidade, na resolução de situações problema.


Duração –  de 5 a 7 aulas


Metodologia / desenvolvimento

Primeiro vamos dar um foco histórico da proporcionalidade via narrativa : a matemática grega antiga e a história de Tales de Mileto (em particular, o pedido recebido para medir a altura de uma pirâmide, e a solução dada por ele). Como tarefa que envolve leitura, vamos pedir uma pesquisa sobre a história da matemática na Grécia antiga.

Depois abrimos uma roda de conversa com a turma para averiguar os conhecimentos adquiridos anteriormente sobre o tema em questão, pois já é esperado que neste momento, os alunos já tenham um prévio conhecimento de proporções, equações de 1º grau, retas paralelas e retas transversais. Caso seja necessário, será retomado qualquer conteúdo. Vamos fazer uma revisão geométrica prática construindo feixes de retas paralelas e traçando retas transversais às mesmas (atividade individual).
Material optativo para reforço de aula, ao aluno sugerimos os seguintes vídeos encontrados no YOUTUBE :
                (1) aula de teorema de Tales (parte 1) :
                   http://www.youtube.com/watch?v=YZSgNn3ea-I
                (2) outra aula de teorema de Tales
                               http://www.youtube.com/watch?v=2Cfyv2-q-7I
Material optativo para familiarização com tecnologia : usaremos o programa gratuito GEOGEBRA (optativo para o professor, conforme o andamento da aula)
  
Logo em seguida, passamos à resolução de problemas, envolvendo o teorema. Trabalharemos vários exemplos de situações-problema. Utilizaremos como apoio o o caderno do aluno trabalha o teorema. Após esse trabalho, testaremos se os alunos identificam o teorema em situações diversas através de um debate usando mais algumas situações-problema (algumas envolvendo o teorema, outros não). Espera-se que os alunos questionem e apontem as retas paralelas e o Teorema de Tales. Caso isto não ocorra, a turma será induzida à resolução do problema através de razões e proporções até que cheguem ao resultado esperado. Se neste momento alguém apresentar alguma dificuldade sobre proporcionalidade ou resolução de equação do 1º grau, tais conteúdos serão retomados.

Pediremos aos alunos para que escrevam uma receita de como medir a altura de um prédio (é uma tarefa que envolve escrita).



Recursos Materiais e Tecnológicos
Papel Sulfite, Régua e Esquadro, Lápis e Borracha
Acesso à INTERNET, Uso de buscadores
Software GEOGEBRA (optativo para o professor, conforme o andamento da aula)


Avaliação – Questões práticas (situações-problema) que utilizem o teorema de Tales na sua resolução
A recuperação contínua será feita com questões práticas extras, semelhantes às dadas acima.
A recuperação paralela será feita usando algumas listas de exercícios :
(*) uma para praticar resolução de equações de 1º grau (somente para os alunos que ainda mostrarem dificuldade em equações, e com peso menor na nota, pois esse assunto não é nosso foco)
(*) outra para aplicação direta do teorema de Tales (exercícios técnicos)
(*) outra com aplicações práticas que utilizem o teorema de Tales

terça-feira, 11 de junho de 2013

obrigação x prazer

Em complementação a uma postagem sobre leitura obrigatória e leitura por prazer (de Neiva Maria Silva dos Santos)


Você não é a única pessoa que não gosta da leitura imposta. Eu também não gostava dos clássicos (com algumas exceções). Também aprendi a gostar de leitura literária somente depois de adulto.

fada madrinha

Em resposta a uma postagem que diz “Mais do que chamar a atenção, dos alunos com equipamentos tecnológicos, o professor deve preparar aulas que as tornem interessantes para eles”  (de Lucicleide Lavor Terto)


Uma ferramenta é apenas uma ferramenta. A mágica não está na varinha de condão - a mágica está na fada. Por que aluno gosta mais do equipamento do que de estudo ? Porque fascina (mesmo não sabendo utilizá-lo adequadamente, e sem um propósito considerado "útil" por nós - por "útil", leia-se "produtivo"). Isso se chama natureza humana. Um dia nós fizemos isso (e ainda fazemos).

domingo, 9 de junho de 2013

livro físico x multimidia

Em resposta a uma postagem que diz “Existem pesquisas que demonstram uma tendência na substituição dos livros físicos, como fonte de informação, pelos meios virtuais” (de Lucicleide Lavor Terto) 


Conversando com algumas pessoas, descobri que algumas sentem prazer e/ou necessidade de um livro físico, mesmo tendo acesso à leitura via mídia digital (como os e-books). Elas alegam que o prazer de folhear um livro com os dedos não tem substituto  - não é a mesma coisa que folhear escorregando o dedo na tela. Ou que elas não conseguem ler textos longos em um monitor. Acho que o livro físico não vai desaparecer; apenas vai diminuir a quantidade de impressões.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

obrigação x prazer (2)

em resposta a uma postagem que diz “... se fossem feitas pesquisas ... com relação a preferência de leitura aos alunos, seria possível chegarmos a um equilíbrio entre essa preferência e os livros que o Estado disponibiliza... Isso seria utopia demais?” (de Adriana Cristina Manfrenato)
Sua sugestão é bastante realista. Estou desconfiado que, se isso for levado a cabo, o Estado vai travar um tipo de batalha permanente por audiência, parecida com o que é feito na mídia. O mundo é movido a modismos : hoje se gosta, amanhã se quer outra novidade. Por isso acho que essa preferência não é fixa. Ainda bem que algumas preferências não mudam com o tempo (ex.: estórias). Vai ser uma luta dura botar essa idéia pra funcionar...

filosofia dos adultos

Em resposta a uma postagem que diz "o que vemos nos alunos é a falta de interesse, eles não sentem o gosto pelo aprender; daí muita gente fala de aulas e metodologias obsoletas, porém vejo colegas que estão sempre trazendo novidades para a sala de aula, ... e nem assim a maioria dos alunos se interessam" (de Adriana Cristina Manfrenato)
O que vou dizer agora vai contra o nosso discurso do FORUM : nós, adultos, damos o que nós achamos que o aluno deve aprender (que não necessariamente coincide com o que ele gosta); e insistimos que ele deve gostar daquilo que impomos; se ele gosta, ele é um "bom aluno"; e, se ele não gosta, ele é um desinteressado. Damos alguns exemplos de pessoas que gostam da leitura indicada, e isso é a referência a ser seguida.
Acho que seria mais honesto dizer : "Nós te obrigamos a ler. Leia !"
Isso pode parecer duro, mas é o que vejo acontecer.

Se o objetivo é o prazer da leitura, o aluno deve ler o que gosta. Se o objetivo é passar o que definimos como cultura geral, então a leitura deve ser obrigatória. Mas parece que misturamos os argumentos : o aluno deve fazer a leitura obrigatória, e ainda por cima deve ter prazer em ser obrigado a ler. Eu me sentia assim quando era estudante. Você pode comentar a respeito ?

quinta-feira, 6 de junho de 2013

postagem de Gladys Aparecida Martins (13)

Em resposta a uma postagem da cursista Silvana :

Os alunos constroem o Tangram em grupos e com folhas coloridas e então eles trocam as peças para montá-los e nos recorte colam glitter, lantejoulas. Ficam trabalhos maravilhosos.