em resposta a uma postagem que diz “... se fossem feitas pesquisas ... com
relação a preferência de leitura aos alunos, seria possível chegarmos a um equilíbrio entre
essa preferência e os livros que o Estado disponibiliza... Isso seria utopia
demais?” (de Adriana Cristina Manfrenato)
Sua sugestão é bastante
realista. Estou desconfiado que, se isso for levado a cabo, o Estado vai travar
um tipo de batalha permanente por audiência, parecida com o que é feito na
mídia. O mundo é movido a modismos : hoje se gosta, amanhã se quer outra
novidade. Por isso acho que essa preferência não é fixa. Ainda bem que algumas
preferências não mudam com o tempo (ex.: estórias). Vai ser uma luta dura botar
essa idéia pra funcionar...
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